30.5.08

O parque

Estava em um parque que tinha um rio represado. Estava fugindo de alguma coisa e por isso tive que me esconder no rio. Me segurava na borda e à vezes afundava minha cabeça na água para me esconder. A Heidi e a Helena estavam na beira do rio me procurando, mas eu não queria aparecer para elas.

Em outro momento o rio estava seco e eu ficava tentando me esconder no canal, me esgueirando pela parede. Alguma coisa me perseguia. Uma pessoa, que queria me matar.

Logo em seguida estava fora do rio, no parque. Andava de mãos dadas com uma menina. Fomos até o final de uma trilha que acabava em uma praia. Não tinha como continuar. Havia um barranco onde as pessoas escorregavam para cair no mar, como se fosse um tobogã. Havia um clima de diversão no ar.

Do meu lado esquerdo havia a praia, com água bem clarinha e ondas pequenas. Uma mulher, que estava dentro d’água me disse que eu não poderia passar dali, que não tinha jeito. Que eu deveria entrar na água.

Nesse momento vi uma ilha com um grupo de nuvens bem em cima. Chovia e estas nuvens tinham balões de soprar coloridos. Era muito bonito e mágico. Uma nuvem se desgarrou das outras e veio na minha direção. A menina queria pegar os balões, mas eu a afastei, pois eu sabia que aqueles balões seriam uma “distração” para ela.

Voltamos pelo mesmo caminho do parque. Terminamos em uma outra praia. Menos bonita, com areia mais escura e água bem rasinha. Encontramos um homem que estava lá para “salvar” crianças. Ele conhecia bem aquele lugar. Ele tinha uma mulher, muito bonita, que era dançarina. Nos afastamos do homem e percebemos que a praia era na verdade todo o parque que havia sido alagado.